sexta-feira, 15 de abril de 2011

Bacabal aos 91 anos

Quero cantar minha cidade, esta Bacabal de 99. 960 habitantes, sendo 52.213 mulheres e 47.747 homens. Um município com características urbanas, pois vivem em sua sede 77.836 pessoas e na zona rural residem 22.124 pessoas.
           
Esta terra que desde 1839 buscava seu lugar na geografia do estado do Maranhão, naquele século era apenas um povoado do município de São Luis Gonzaga, era o segundo distrito policial da freguesia.
     
Em 1854 as terras receberam a denominação de Vila, pelo seu subdelegado senhor Lourenço Vieira, que mais tarde fora condecorado coronel da Guarda Nacional.
           
Somente no ano de 1876 há registro da primeira povoação dessas terras, iniciada pelo português coronel Lourenço Antonio da Silva com o objetivo de cultivar algodão, arroz e mandioca. Em 1888 as fazendas prosperaram e foram vendidas a outro português, o fazendeiro coronel Raimundo Alves de Abreu, neste período as terras foram denominadas “Sitio dos Abreus”.
           
Somente em 1920, através da Lei Estadual nº 932, de 17 de abril, essas terras são elevadas a categoria de Vila. Tínhamos até aí a Vila Bacabal. Em 06 de dezembro de 1938 a vila é elevada a categoria de Cidade pelo Decreto-Lei nº 155.
           
Esta jovem cidade, banhada pelos rios Mearim e Ipixuna-Açu e por vários igarapés, cresceu em população e civilização, recebeu ares regionais e foi denominada a Princesa do Mearim.
           
Já agora, dia 17 de abril, ao completar 91 anos que se tornou Vila, pode contar com agencias bancarias, centros de saúde, centro de atendimento psicossocial, escolas de educação básica e de ensino superior, igrejas cristãs, centros de religiões de matriz africana, praças, centro de convivência, ruas asfaltadas, água encanada, energia elétrica, policiamento civil e militar, delegacia da mulher, promotorias, conselhos de controle social, secretarias e departamentos, centro de inclusão digital, academia de letras, rede de cultura, escola de música, campanhas de  combate a dengue, combate a mortalidade infantil, ampliação no número de empresas e de empregos... muito mais pode ser elencado.
           
Mas cabe ressaltar o que ainda nos falta: saúde de qualidade, geração de renda;preservação ambiental; efetivo combate as drogas; segurança pública; mais habitação; inclusão dos excluidos: ribeirinhos, quilombolas, transexuais e travestis, negros, portadores de deficiência física, portadores do vírus HIV... muito mais pode ser elencado.     Mas é importante ressaltar que somente através da participar popular é possível construirmos a cidade dos nossos sonhos. ´
           
Para cantar Bacabal em poesia, arrisco-me a construir esses inconclusos versos, arriscando-me a construir uma ode cívica:

BACABA (L)

Da terra surgiste
Vegetal em formação e encanto.
Bela e altaneira
ocupando o espaço em povoação.

Das palmeiras surgiste
entre rios e igarapés
frondosa e exuberante
povoada por índios, portugueses e nordestinos.

Surgiste da terra das palmeiras
Bacaba
Bacabal
...

( Liduina Tavares, em 15 de abril de 2011)

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Semana do Livro Infantil e Juvenil será aberta nesta quarta-feira

 Ao Visitar São Luis no periodo de 13 a 17 de abril, não deixe de prestigiar a Semna do Livro Infantil e Juvenil Um evento feito na medida para os amantes da boa leitura. A II Semana do Livro Infantil e Juvenil movimentará espaços de cultura de São Luís com vasta programação. A abertura será nesta quarta-feira (13), das 15h às 19h, na Praça Gonçalves Dias (Centro), e o encerramento acontecerá no Teatro Artur Azevedo (Centro), no mesmo horário, na segunda-feira (18), Dia Nacional do Livro Infantil.
As atividades também acontecerão no Viva Vinhais, na quinta-feira (14), das 15h às 19h; no Viva Renascença, na sexta-feira (15), das 8h30 às 12h; no Largo do Desterro, no sábado (16), das 15h às 19h; e na Lagoa da Jansen, no domingo (17), das 15h às 19h. A II Semana do Livro Infantil e Juvenil é uma promoção da Secretaria de Estado da Cultura, por meio da Biblioteca Pública Benedito Leite.
A programação inclui atividades como Hora do Conto, exposição de livros, performances, dramatização, jogos literários, concursos literários e animação cultural. O evento terá o reforço do Carro Biblioteca, que dispõe de acervo com mais de mil livros.
Entre os destaques do roteiro, estão a Oficina de Criatividade, ministrada pela artista plástica Babula e na qual as crianças confeccionam livros, brinquedos e jogos com papel reciclado; e a Oficina Geopoética de Primavera, com a arte-educadora e ambientalista Kátia Dias. Na atividade, os participantes terão informações cartográficas e históricas sobre aspectos da identidade cultural da Estônia, país de Oskar Luts, autor do livro “Kevade”, que inspirou Kátia Dias no desenvolvimento da oficina.
Haverá ainda a apresentação do espetáculo teatral “Fio de Histórias”, baseado na mensagem do Dia Internacional do Livro Infantil de 2011 (2 de abril), O Livro Recorda. A peça é encenada pela atriz e pedagoga Silvana Cartágenes e promove interação do público com o mundo da literatura.
Data
O encerramento da II Semana do Livro Infantil e Juvenil acontecerá no Dia Nacional do Livro Infantil. Para marcar a data, a programação do evento incluirá ainda uma performance com o ator Lauande Aires e entrega de kits de livros aos estudantes premiados em concursos de histórias.
O Dia Nacional do Livro Infantil foi instituído pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso, em 2002, numa homenagem ao escritor brasileiro José Bento Monteiro Lobato, que nasceu em 18 de abril de 1882 e foi o criador da literatura infantil no Brasil. Ele é autor de inesquecíveis histórias infantis, entre as quais “O Sítio do Pica-pau Amarelo”, cujos personagens Dona Benta, Visconde de Sabugosa, Pedrinho, Narizinho e Emília marcaram a história da literatura infantil no país.
PROGRAMAÇÃO
QUARTA-FEIRA (13)
Praça Gonçalves Dias (Centro) – 15h às 19h
QUINTA-FEIRA (14)
Viva Vinhais – 15h às 19h
SEXTA-FEIRA (15)
Viva Renascença – 8h30 às 12h
SÁBADO (16)
Lago do Desterro – 15h às 19h
DOMINGO (17)
Lagoa da Jansen – 15h às 19h
SEGUNDA (18)
Teatro Artur Azevedo – 15h às 19h

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Na ABL, R10 rejeita o rótulo de doutor, mas quer ser imortal

fonte: GloboEsporte.com
Foto: André Durãoampliar

imirante.com
 Ronaldinho Gaúcho é mais chegado em pandeiro do que em livro. Mas no início da tarde desta segunda-feira, o camisa 10 do Flamengo esteve na Academia Brasileira de Letras (ABL), no Centro do Rio, para participar da homenagem pelos 110 anos de nascimento do escritor e torcedor rubro-negro José Lins do Rego. Tratado como 'Doutor Ronaldinho' na plaquinha que demarcava seu lugar na mesa, ele fugiu do rótulo.
- Doutor, não. Não... - brincou Ronaldinho, gargalhando, depois de o presidente da ABL, Marcos Vilaça, ter revelado o que estava escrito na placa.
- Ele é doutor do futebol - completou outro convidado da solenidade.
O jogador dispensou o terno. Ronaldinho apareceu na ABL de camisa social preta, calça jeans, a tradicional boina, brinco de brilhante, cordões, pulseiras e relógio de ouro. Vanderlei Luxemburgo, Patrícia Amorim e outros dirigentes do Flamengo estiveram presentes.
Ronaldinho e Vanderlei receberam a medalha Machado de Assis, a maior honraria da ABL. Patrícia Amorim foi agraciada com a medalha do ano comemorativo de Joaquim Nabuco.
- Fui o primeiro e único jogador a receber esta homenagem. Acho que isso aconteceu por eu estar no Flamengo na hora e no momento certos.
Ronaldinho esteve atento aos discursos. Algumas vezes, gargalhava. Em outras, parecia meio sem ambiente e com cara de ponto de interrogação. O camisa 10 e Vanderlei entregaram ao presidente da ABL uma camisa do Flamengo com o número 10 e o nome de José Lins do Rego gravado nas costas. A peça ficará no Centro de Memória da Academia. Depois, todos os presentes almoçaram sem a presença dos jornalistas.
O camisa 10 brincou com o fato de ter dado um passe de letra para Rodrigo Alvim no domingo, no clássico contra o Botafogo, um dia antes de estar entre os letrados.
- Foi coisa do destino.
Perguntado se pode ser considerado um imortal no futebol, Ronaldinho, meio sem jeito, disse:
- Não.
Foi o suficiente para alguns presentes afirmarem que 'sim', e aplaudirem o jogador, que completou:
- Já passei por muitas coisas boas, pretendo continuar no mesmo nível para as pessoas lembrarem de mim daqui a alguns anos.
José Lins do Rego Cavalcanti nasceu em 1901, no Estado da Paraíba, e morreu em 1957 na cidade do Rio de Janeiro. O escritor ficou conhecido por obras como o Menino do Engenho e Fogo Morto, e foi eleito membro da Academia Brasileira de Letras. Por volta de 1935, ele tornou-se um dos diretores do Flamengo.
Cercado de quadros de escritores imortalizados por suas obras, Ronaldinho aprendeu um pouco mais sobre o que é letra no lado de fora dos gramados. Dentro de campo, o camisa 10 luta para escrever sua história e se tornar um imortal no Flamengo.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

ABL REALIZA SEU 1º CAFÉ LITERÁRIO


Casanova e Costa Filho relembram
 em telão os primórdios da ABL
 Sábado, dia 2 de abril, foi realizado o 1º café literário da Academia Bacabalense de Letras. O evento se deu no prédio da Associação Comercial e levou acadêmicos e convidados a se deliciarem num descontraído momento das Letras locais. 




A presidenta Liduína homenageia
imortais com recital de seus textos
Marcado pela informalidade e pelo bom gosto, o evento girou em torno da recordação de episódios vividos pelos imortais nos primeiros tempos da entidade.  Os poetas Casanova e Costa Filho exibiram em telão “slides’ baseados no documentário de Costa Filho: “ABL: fatos e relatos”, que resgata a instituição em seus 10 anos.  
Surpreendendo o público a presidenta Liduina Tavares e Costa Filho entrecortaram o momento recitando poesias dos acadêmicos da ABL, a exemplo de “CAB” de Eduardo Freitas, “O beco”, de Iraide Martins, “Um dia”, de Aline Piauilino, “O poeta e o poema”, de Costa Filho.
"Foi um momento gostoso, que enriquece e valoriza nossas Letras”, avaliam os membros Moraes Pessoa, Eliene Lopes, Raimundo Laércio e Douglas Batista, de São Luís.   

A exposição de livros entusiasmou o evento

 Outro ponto alto deste primeiro “café literário” foi a exposição de cerca de 400 volumes de obras literárias de membros da ABL e outros autores no salão nobre ao lado. Os participantes puderam conhecer melhor como nasceu a ABL e apreciar o sabor literal do café-lanche servido durante a programação.   

Imortais da ABL se descontraem
 ao sabor do "café literário"
A TV Comunicar se fez presente registrando essa grande ideia das Letras em nosso meio.     “O primeiro “café” da ABL chegou ainda morno de pública, mas grandioso como primeira ação da diretoria recém-eleita”, diz Costa Filho, Secretário da instituição. Os “cafés” da ABL se realizarão trimestralmente, o próximo a ser definida a data.


domingo, 27 de março de 2011

CAFÉ LITERÁRIO: BACABAL JÁ DEGUSTA ESSE SABOR

 
CAFÉ LITERÁRIO: O QUE É ISSO?

Baseado na história e na força
estimulante do café, o termo
"café literário" pode ser entendido
como uma agremiação de pessoas
(poetas, estudantes, congressistas,
etc.) unidas por um  ideal literário
(discussão, análise, exposição, etc.)
Desse modo, o café é a metáfora do
estímulo social á divulgação das
Letras de determinada instituição
ou localidade. O termo lembra a
imagem dos velhos poetas europeus
sentados no frio das calçadas dos
"cafés", a tomarem seu chá ou café,
papenado sobre a arte literária.
Bacabal agora dispõe de momentos
assim através dos acadêmicos da
ABL, com seu "café literário" toda
última quinta-feira do mês. Você é
o nosso convidado a saborear de
nossas Letras.

CAFÉ COM LETRAS
                         (Costa Filho)

Comer, beber, tomar
No prato do povo,
Na taça da arte,
No curso do tempo.

Eu como, tu comes,
Ele começou assim
E se enchendo eles
De vida e de versos

Se tornaram poetas,
Oblíquos e anônimos
A carcavar um motivo

Que lhes complete a alma
Na representação séria
Ou parva da vida.

LIDUÍNA TAVARES É REELEITA PARA O BIÊNIO 2011/2012

No último sábado, 19 de março, foi eleita a 6ª diretoria da Academia Bacabalense de Letras. A sessão se instaurou na sala-sede da entidade, que funciona no prédio da Associação Comercial de Bacabal, na Rua Barão do Rio Branco, 108, Centro Histórico da cidade.

Acadêmicos na sessão eleitoral relembram os 10 anos da ABL
e o teatro bacabalense dos anos 80

A votação foi marcada pelo reencontro de acadêmicos, a exemplo de Raimundo Sérgio de Oliveira, Morais Pessoa, Costa Filho, Cláudio e Aline, Eliene, Márcia e a própria candidata ao pleito Liduína Tavares, que então puderam, mesmo que fragmentadamente, relembrar momentos desses dez anos de ABL, saboreando a gostosa confabulação típica dos acadêmicos abeelinos. O secretário Costa Filho, visando resgatar sobre os dez anos da ABL e sobre o teatro bacabalense, aproveitou o momento para solicitar dos acadêmicos votantes a entrevista que distribuiu e fez uma breve entrevista com Francys Lidia (Liduína Tavares) e Helly Lopes (Eliene Lopes) sobre a atuação delas no teatro bacabalense nos fins dos anos 80. Esta última publicação pode ser vista no http://www.blogdocostafilho.blogspot.com/. Os trabalhos eletivos foram coordenados pelo membro correspondente Morais Pessoa e pela servidora Sônia Santos, que formaram a Comissão Eleitoral. No fim da tarde foi confirmada a reeleição da chapa única “Revitalizar para desenvolver”, que reconduziu ao cargo a então presidenta Liduína Tavares.  Na ocasião a presidenta eleita enfatizou conquistas de sua 1ª gestão como o reconhecimento de utilidade pública da ABL e a garantia permanente de uma vaga para um membro representante da instituição junto ao Conselho Municipal de Educação. Para ela um dos grandiosos desafios de sua 2ª gestão será a aquisição de uma sede própria para a ABL para o que já vem somando esforços desde que assumiu pela 1ª vez.  A diretoria ficou assim composta: PRESIDENTA-Liduína Tavares; VICE-PRESIDENTE-Zezinhos Casanova: SECRETÁRIO GERAL: Costa Filho: SECRETÁRIO-ADJUNTO-Eliene Lopes: 1º TESOUREIRO: Jacson Lago Ferreira; 2º TESOUREIRO: Paulo Campos e RESPONSÁVEL PELA BIBLIOTECA: Maria Raimunda Lopes Costa.
Quebrando a tradição a festa de posse se dará concomitantemente ao “café literário” no próximo dia 2 de abril, a partir das 19:30h, na sala-sede da ABL, no Centro Histórico da cidade.

segunda-feira, 14 de março de 2011

Vida e obra de autor Guimarães Rosa ganham versão para internet

FONTE: Correio Braziliense

 


Conhecer a casa onde nasceu Guimarães Rosa, um dos mais importantes escritores mineiros, não é mais privilégio apenas de quem visita a pequena cidade de Cordisburgo, na Região Central do estado. Graças à tecnologia, pessoas do mundo inteiro poderão saber um pouco mais sobre a vida e obra do autor que desbravou as terras áridas de Minas e discorreu sobre a vida dos tropeiros. O acervo de Guimarães Rosa, que se consagrou com importantes livros como Grande Sertão: Veredas, Sagarana e Primeiras Estórias, será disponibilizado no endereço eletrônico da empresa Era Virtual a partir desta terça-feira (15/3).

O visitante terá a opção de fazer o tour virtual acompanhado pelo Grupo de Contadores Histórias Miguilins ou ouvir do diretor do Museu Casa Guimarães Rosa, Ronaldo Alves, explicações sobre o espaço. O objetivo é que o visitante seja transportado para a pequena cidade onde Guimarães Rosa passou parte de sua infância. O internauta poderá ainda ver seus objetos de uso pessoal, doméstico e profissional, um conjunto de fotografias, edições nacionais e estrangeiras de obras, além de originais manuscritos e datilografados, com destaque para os do último livro do escritor, Tatameia. Cartas escritas por Guimarães Rosa a seu pai e ao amigo Pedro Barbosa também estarão disponíveis. Todas as informações poderão ser lidas em português ou francês.

Além da casa do escritor, o visitante virtual poderá conhecer a Igreja Matriz, a Praça da Estação Ferroviária e passear por outros pontos turísticos da cidade de Cordisburgo. Um comerciante local, Brasinha, grande conhecedor da história de Guimarães Rosa terá uma sala de bate-papo para tirar dúvidas sobre o escritor. Para o diretor do museu, Ronaldo Alves, o projeto possibilitará o acesso daqueles que não têm como ir pessoalmente à casa. “É uma forma de acessibilidade para deficientes ou outras pessoas que não têm condições de vir aqui”, diz o diretor, que acredita no aumento do número de visitas presenciais motivadas pelo tour virtual.

O museu, que recebeu 23 mil visitantes no ano passado, fica aberto, de terça a domingo, de 9h às 17h, na cidade de Cordisburgo. O valor do ingresso é de R$ 2. Alunos de escolas públicas (municipais ou estaduais) não pagam entrada. O conteúdo virtual também será totalmente gratuito e contará com imagens em alta qualidade e áudios explicativos.

O projeto faz parte do programa Era Virtual da Secretaria de Estado de Cultura, por meio da Superintendência de Museus e conta com verba da Lei Estadual de Incentivo à Cultura. No mesmo site podem ser visitados ainda o Museu do Oratório e Museu Casa Guignard, em Ouro Preto, a Casa Fiat de Cultura e Museu de Artes e Ofícios, em Belo Horizonte. O projeto contribui para imortalizar todo o acervo do poeta, médico e escritor. Como disse ele, no discurso de sua posse na Academia Brasileira de letras, em 1967, três dias antes de sua morte: “As pessoas não morrem, ficam encantadas.”