terça-feira, 26 de julho de 2011

Seduc promove clube da leitura nos faróis da educação

FONTE: Secom/Governo do Estado
Orcenil Jr./Secomampliar

Seduc promove clube da leitura nos faróis da educação
  Promover atividades de incentivo à leitura de forma lúdica no período das férias escolares. Essa é a proposta do Clube da Leitura, que está sendo realizado pela Secretaria de Estado da Educação (Seduc), por intermédio da Supervisão de Bibliotecas Escolares (Sube), nas bibliotecas Farol da Educação de São Luís, até o próximo sábado (30).
A atividade visa incentivar os estudantes de 7 a 11 anos a incluírem a leitura em sua programação de férias, utilizando atividades lúdicas, como: conto de histórias, jogos educativos e recreação.
“Estamos nos divertindo muito com todas as atividades. Cada dia é contada uma história diferente e ainda tem os livros que levamos para ler em casa. As professoras pedem para falarmos dos livros para os outros colegas e assim temos a oportunidade de aprender mais sobre outras histórias. Estou aprendendo a cantar músicas que a minha mãe cantava quando criança e isso é muito legal”, afirmou Keven Alexandre, 11 anos, que está participando da programação no farol Gonçalves Dias, bairro Filipinho.
Para a bibliotecária Rita Oliveira, o número de participantes é pensado previamente para que seja feito acompanhamento de cada criança. "O nosso objetivo é incentivar a leitura, então, quanto maior a quantidade de crianças, mais conhecimento é repassado. As crianças que forem chegando podem participar das atividades e serem inseridas nos grupos como ouvintes, pois a finalidade maior é socializar a leitura”, explicou.
As atividades do clube da leitura acontecem nos turnos matutinos e vespertinos, nas bibliotecas farol da educação, localizadas nos bairros Filipinho, Vinhais, Renascença e Anjo da Guarda.

PARA HOMENAGEAR ESCRITORES E POETAS NO SEU DIA

SONETANDO PARA BRASILINO

Pelos sambas e marchas do mestre
Pelas letras e musicalidade
Brasilino Miranda aparece
Como o poeta da nossa cidade.

"Eu vou"; "se recordar é viver"
"Rosa"; "Celina" e "Gari"
"Em junho"; "Yolanda"; "Quero saber"
São poemas de Brasilino daqui.

De codó foi a perigrinação
Morou em São Luis do Matanhão
E de Bacabal fez o seu hino,

Pois cá viveu com o coração
E fez da natureza sua emoção
Viva a poesia. viva a Brasilino.

(Claudio Cavalcante - membro da Academia Bacabalense de Letras)

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Análise ou análize? Veja 10 erros comuns da língua portuguesa

Para auxiliar quem prestará o Enem 2011, a rede ibero-americana de colaboraçãouniversitária, Universia Brasil, divulgou um guia com os 10 erros de ortografia mais comuns nas redações de língua portuguesa.
De acordo com a instituição, embora a língua seja a quinta mais falada no mundo, ainda existem dúvidas na hora de escrever uma redação ou pronunciar alguma palavra. Entre os erros apontados está a grafia de palavras e o uso do ç, s, ss e z.
Os erros foram agrupados pelo escritor Eduardo Martins em seu livro Os 300 Erros mais Comuns da Língua Portuguesa, da Editora Laselva.
1 - "Estava paralizado de medo"O s entre duas vogais nos substantivos também está presente no verbo.
O correto é: Estava paralisado de medo. (de paralisia) 
Outros exemplos:
Vamos analisar os resultados. (de análise)
Carro com catalisador polui menos. (de catálise)
A moda agora é alisar os cabelos. (de liso)
2 - "Relacione todas as excessões"É comum confundir a grafia do s, ss e ç 
O correto é: Relacione todas as exceções.
Veja outros exemplos de grafias erradas e a forma correta de escrever:
"Advinhar" (correto: adivinhar)
"Ascenção" (correto: ascensão)
"benvindo" (correto: bem-vindo)
"cincoenta" (correto: cinquenta)
"pixar" (correto: pichar)
"xuxu" (correto: chuchu)
"zuar" (correto: zoar)
3 - "A moça não sai do cabelereiro"Palavra deriva de cabeleira
O correto é: A moça não sai do cabeleireiro. (de cabeleira) 
Outros exemplos:
Era um encontro "prazeiroso" (correto: prazeroso)
Atenção, vamos "manerar" (correto: maneirar)
4- "Eram casas germinadas"Lembre-se de gêmeos 
O correto é: Eram casas geminadas. (sem r) 
Evite acrescentar letras inexistentes às palavras:
Asterisco (e não "asterístico")
Beneficência (e não "beneficiente")
Beneficente (e não "beneficiente")
Bugiganga (e não "buginganga")
Mendigo (e não "mendingo")
Mortadela (e não "mortandela")
Reivindicar (e não "reinvindicar" ou "reinvidicar")
5- "Gostava de comida por kilo"Kilo é uma palavra aportuguesada 
O correto é: Gostava de comida por quilo. (A comida é vendida por quilo) 
Outras palavras já aportuguesadas: batom, camicase, chique, clipe, clube, críquete, cupom, estande, estresse, gangue, gim, golfe, grogue, gueixa, lorde, moletom, ringue, saquê, surfe, tíquete, turfe, xampu.
6 - "Era um deputado bahiano"Derivados de Bahia não se escrevem com h 
Só existe h em Bahia, mas não nos derivados do nome do Estado.
O correto é: Era um deputado baiano.
Outros exemplos: 
Mora na Bahia.
Tinha muitos parentes baianos.
Nas palavras compostas, Bahia perde o h e a inicial maiúscula: coco-da-baía, jacarandá-da-baía, laranja-da-baía. Da mesma forma, o torcedor do Corinthians é corintiano, também sem h.
7 - "A tijela estava cheia de doces"Tigela é com g e não com j 
O correto é: A tigela estava cheia de doces. 
Outras palavras com g e não j: 
Afugentar, bege, falange, ferrugem, herege, Hégira, proteger, rabugento, selvageria.
8 - "Comeu uma pizza de calabreza"Terminação "esa" indica origem (de Calábria, Itália)
O correto é: Comeu uma pizza de calabresa.
São as terminações ês, esa e isa que indicam nacionalidade, origem, título de nobreza ou ocupação feminina:
Calabresa, francês, inglesa, japonesa, português, burguesa, camponês, cortês, baronesa, duquesa, poetisa, profetisa.
9 - "Vamos organisar a festa?" Terminação "izar" indica ação de fazer 
A terminação se agrega a um adjetivo ou substantivo terminado em r,l, n ou vogal:
O correto é: Vamos organizar a festa?
Outros exemplos: Banal: banalizar
Cânon: canonizar
Cota: cotizar
Horror: horrorizar
Suave: suavizar
10 - "A moça se dava bem com o padastro" A palavra deriva de padre (pai em latim)
O correto é: A moça se dava bem com o padrasto.
Evite também inverter as letras de madrasta (de mater, madre, ou seja, mãe): 
A madrasta fazia a lição com o enteado.
Do Diário do Mearim Com informações da Universia Brasil

domingo, 10 de julho de 2011

34º Concurso Literário e Artístico de São Luís ,2011 com Inscrições abertas

A Prefeitura de São Luís, por meio da Fundação Municipal de Cultura (Func), abrirá inscrições para a 34ª edição do Concurso Literário e Artístico “Cidade de São Luís”, no período de 11 de julho a 31 de agosto.
A participação é gratuita e aberta aos escritores, jornalistas, intelectuais, estudantes e pesquisadores maranhenses, maiores de 18 anos, que apresentem trabalhos originais, dirigidos ao público infanto-juvenil ou adulto.
De caráter competitivo e classificatório, o concurso será aberto a seis gêneros artísticos e literários de obras inéditas (exceção para os trabalhos de jornalismo), em língua portuguesa, de autores maranhenses ou comprovadamente radicados a pelo menos um ano no Estado.
As categorias e prêmios estão assim distribuídos:
– Prêmio Aluízio Azevedo: para obra de ficção compreendendo novelas, romances, contos, peça teatral e literatura infantil;
– Prêmio Antonio Lopes: para obra de erudição, compreendendo crítica literária e pesquisa folclórica;
– Prêmio Sousândrade: para livro de poesia; – Prêmio Zaque Pedro: para obra literária na área das artes plásticas, que resgate a memória de artistas, obras ou movimentos artísticos maranhenses;
– Prêmio Inácio Cunha: para obra literária na área musical, que resgate a memória de artistas maranhenses;
– Prêmio para Jornalismo: para trabalho de jornalismo impresso.
As inscrições serão feitas na Func e na Casa dos Blocos Tradicionais, de segunda a quinta-feira, das 14h às 18h, mediante entrega de trabalhos com o devido preenchimento da ficha de inscrição. Para cada trabalho inscrito, o concorrente deverá apresentar três vias e anexar um envelope pequeno lacrado contendo, na parte interna, o nome da obra e os dados pessoais do autor (nome, endereço, RG, e CPF) para identificação após julgamento.
Cada categoria terá uma Comissão Julgadora composta por três membros de reconhecida competência intelectual e artística, com um período de no máximo sessenta dias para o julgamento das obras, a partir do término do período de inscrições.
veja AQUI os vencedores 2010
Os vencedores receberão um prêmio no valor de R$ 5.450,00, publicação das obras contempladas e certificados para os primeiros colocados. O regulamento completo pode ser acessado no Blog da Func (www.funcsl.wordpress.com).
A Func e a Casa dos Blocos Tradicionais ficam localizadas à Rua Isaac Martins, 141 – Centro,próximos à Fonte do Ribeirão.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Poesia Contemporânea Maranhense no Café Literário de junho em São Luis

Com o tema “A Poesia Maranhense Contemporânea”, mais uma edição do Café Literário será realizada pelo Centro de Criatividade Odylo Costa, filho (CCOCF), órgão da Secretaria de Estado de Cultura, nesta terça-feira (21), às 18h30. O bate-papo, que reúne autores maranhenses e amantes da literatura, terá participação da poetisa e membro da Academia Maranhense de Letras, Laura Amélia Damous, e dos poetas e jornalistas maranhenses Celso Borges e Paulo Melo Sousa, que também é ambientalista e pesquisador de cultura popular.
Os três comporão a mesa-redonda da noite. Segundo a diretora do Centro, Ceres Fernandes, o Café Literário, que tem se mostrado um espaço legítimo para discussões literárias. “Em cada Café há um enfoque literário diferente. Já passamos pelos aspectos histórico, teatro, cinema, homenagens e agora abordaremos a poesia contemporânea”, ressaltou.
Nesta edição, serão três gerações de poetas, cada uma com seu enfoque. Ainda na programação, serão apresentadas performances poéticas com os poetas Geraldo Iesen, Júlio César e Cláudia Matos.
O evento acontecerá na Galeria Valdelino Cécio, do Centro de Criatividade Odylo Costa, filho (Rampa do Comércio, n° 200, Praia Grande). A entrada é franca.
OS POETAS
Laura Amélia Damous nasceu em Turiaçu (MA) e tem quatro livros editados. Veio para São Luís com oito anos de idade para estudar no Colégio Santa Teresa. Formou-se em bacharel em Filosofia pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA). Ocupou cargos públicos ligados a atividades culturais. Esteve à frente do Teatro Arthur Azevedo (1983), Superintendente de Interiorização da Cultura da Secretaria de Cultura (1992) e Secretaria de Estado de Cultura entre 1987 e 1989. Foi secretária-adjunta da Secma (1995/1997) e Sub-chefe da Casa Civil do Governo do Maranhão (1997-2004). Integrou o Conselho Estadual de Cultura, como presidente quando era Secretária da Cultura. Foi eleita para o Instituto Histórico e Geográfico em 2008.
Sua poesia é personalíssima, com lirismo contido e original, rigoroso e espontâneo ao mesmo tempo de grande força expressiva. Sua obra é inteiramente dedicada à poesia: “Brevíssima Canção do Amor Constante”, São Luís: Sioge,1985; “Arco do Tempo”, São Luís: Sioge, 1987; “Traje de Luzes”, São Luís: Sioge, 1993; e “Cimitarra”, São Luís: Uema, 2001.
Ocupa a Cadeira nº 6 da Academia Maranhense de Letras eleita em dezembro de 2002.
Celso Borges (Antonio Celso Borges Araujo) nasceu em 1959, em São Luís (MA). Poeta, jornalista e letrista viveu 20 anos em São Paulo e voltou a morar em São Luís em 2009. Parceiro de Chico César e Zeca Baleiro, entre outros, tem oito livros de poesia publicados: “Pelo avesso” (1985); “Persona non grata” (1990); “Nenhuma das respostas anteriores” (1996); XXI (2000); “Música” (2006) e “Belle Époque” (2010). “XXI” é uma antologia com um CD gravado com amigos - Chico César, Rita Ribeiro, Zeca Baleiro, entre outros.
No final dos anos 90, reúne poesia e música, em pesquisa, com referências que vão da música popular brasileira às experiências sonoras de vanguarda. O resultado desse trabalho é registrado nos livros-CDs – “XXI”, “Música” e “Belle Époque”, com participação de mais de 50 poetas e compositores brasileiros. Nos últimos seis anos, desenvolve os projetos Poesia Dub, com o DJ Otávio Rodrigues, e A Posição da Poesia é Oposição, com o guitarrista Christian Portela. Participou do Tim Festival (SP-2004); Baile do Baleiro, do compositor Zeca Baleiro (SP-2004); Festival Londrix (Londrina-2006); Catarse (Sesc Pompéia-2009) e Projeto Outros Bárbaros (Itaú Cultural, SP- 2005 e 2007).
Tem poemas publicados nas revistas de arte e cultura Coyote, Oroboro e Poesia Sempre (Biblioteca Nacional) e já ministrou oficinas de poesia em São Luís, Imperatriz (MA) e Palmas (TO). Atualmente, apresenta na Rádio Uol o programa Biotônico ao lado de Zeca Baleiro e do DJ Otávio Rodrigues e edita a revista Pitomba com os escritores Bruno Azevedo e Reuben da Cunha Rocha.
Paulo Melo Souza nasceu em São Luís do Maranhão. Formado em Desenho Industrial e Comunicação Social, habilitação em Jornalismo, pela Universidade Federal do Maranhão. Um dos criadores, em 1985, do grupo Poeme-se. Ganhou duas vezes o Festival Maranhense de Poesia Falada, em 1985 e 1987. Atualmente, é professor do Curso de Comunicação Social da Ufma.
Os primeiros registros como escritor datam a partir de 1982, quando participou do Festival de Poesia Falada, promovido pela Ufma, onde ganhou duas menções honrosas. Posteriormente, foi classificado em terceiro e primeiro lugares do mesmo Festival em 1984 e 1987, respectivamente. Nos anos de 1985 e 86 passou a ser editado na revista Uns & Outros, a partir daí, seus poemas passam a ser publicados em vários números da revista.
Desde 1990, trabalha com educação ambiental, envolvido com a situação da ecologia no Planeta Terra. O primeiro livro de Paulo Melo Souza, “Rua Grande, Um Passeio no Tempo”, publicado em prosa, é uma obra memorialística, onde conta a história da rua de sua infância, da casa em que morou. O segundo livro, “Oráculo de Lúcifer” (1994) poemas-Sioge, obra classificada pelo Plano Editorial Sioge 94. O livro mais recente é “Visagem”, que ficou em 1ºlugar no Prêmio Sousândrade, pelo Concurso Cidade de São Luís, categoria poesia.
Fonte: Secma

sábado, 18 de junho de 2011

Poetas participantes de audiência pública pedem regulamentação da profissão de escritor



A atividade de escritor poderá ser uma profissão regulamentada. A sugestão foi apresentada por poetas e escritores que participaram, nesta quinta-feira (16), de audiência pública na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), em celebração ao Dia Nacional da Poesia – comemorada em 14 de março.
O presidente da CDH, senador Paulo Paim (PT-RS), que requereu a audiência, pediu às entidades representativas da categoria a apresentação à comissão de um pré-projeto pela regulação da atividade. A iniciativa foi apresentada pelo professor Gustavo Dourado, que também é poeta e cordelista e preside a Academia de Letras de Taguatinga (DF). A academia é importante para o
reconhecimento público do escritor, mas a questão profissional precisa ser regulamentada, destacou Gustavo Dourado, ao observar que os cordelistas já têm sua atividade regulamentada. Alcinéa Cavalcante, filha do poeta Alcy Araujo, ressaltou
que, por não ter regulamentada sua profissão, os escritores desempenham outras atividades para sobreviverem. Ela afirmou ser poeta, mas se “disfarça” de jornalista ou professora.
Homenagens
O senado poderá editar livro com poesias de autoria dos poetas presentes à audiência pública, conforme sugeriu o senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP).Paulo Paim disse que vai apresentar projeto de lei para designar o mês de março como Mês da Poesia, em homenagem a ao poeta amazonense Thiago de Mello, que nasceu em 30 de março. O senador também pretende encaminhar requerimento para realização de sessão especial em março do próximo ano para celebrar o Dia Nacional da Poesia.
Código Florestal
Ao entregar a Paim livro de sua autoria, o poeta Thiago de Mello, que participou da audiência, pediu à sociedade brasileira que faça um “pacto de amor com a floresta amazônica”. O poeta afirmou discordar do projeto de lei que altera o Código Florestal, que tramita no Senado, por considerar que o atual texto induz ao desmatamento.
Thiago de Mello também presenteou o senador Pedro Simon (PMDB-RS) com exemplar de “Os Estatutos do Homem (Ato Institucional Permanente)” e pediu, de forma simbólica, que o texto fosse aprovado pelo Parlamento. Em seu primeiro artigo, a poesia, escrita em forma de norma legislativa, diz: “Fica decretado que agora vale a verdade. Agora vale a vida, e de mãos dadas,
marcharemos todos pela vida verdadeira”.
O presidente da Casa do Poeta Brasileiro, seção do Distrito Federal, Luiz Carlos Cerqueira, também disse estar preocupado com o Código Florestal. Para ele, “certas liberações” na aprovação do Código Florestal podem prejudicar o meio ambiente.
Iara Farias Borges / Agência Senado

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Centro de Criatividade realiza mais uma edição do Café Literário

O Centro de Criatividade Odylo Costa, filho (CCOCF) e a Academia Maranhense de Letras, realizam mais uma edição do Café Literário que nasceu do desejo de tornar mais acessíveis os encontros para se apreciar e discutir a boa literatura. Nesta edição de maio, o evento será realizado na terça-feira (24), a partir das 18h30, na Galeria Valdelino Cécio do CCOCf que traz como convidada a historiadora Andréa Daher, Doutora em história pela École des Hautes Études em Sciences Sociales, França (1994).
Na oportunidade Andréa Daher fará o lançamento de livro “Papéis da Conquista do Maranhão, 1612/1624”, além de vincular e direcionar o debate a outra obra de sua autoria, dedicada as pesquisas no Maranhão, intitulado “Brasil Frances - Singularidades da França Equinocial”.
“As pesquisas realizadas pela Doutora Andréa são pesquisas secundárias, ela vai até as fontes primárias, nos locais dos acontecimentos que envolvem suas pesquisas, procurando acervos e documentações que levem a formulação de novos segmentos e embasamentos, e não apenas com o intuito de reescrever pensamentos já elaborados”, explicou Céres Fernandes, diretora do Centro de Criatividade.
O Café Literário, o terceiro dos oitos programados para este ano, contará ainda com a presença de representantes dos Departamentos de Letras das universidades ludovicenses. “O Café sempre se propõe a discutir literatura não tão somente com aquele ar de conferência, como vemos de costume. Mas em um ambiente de interação, proporcionado um ar descontraído e festivo, deixando o palestrante e os expectadores ministrados bem mais a vontade”, afirmou a diretora do Centro.
O Café Literário que sempre conta com a aflorada aceitabilidade do público continua na grande expectativa de expandir os escritores maranhenses e suas respectivas obras, além de atrair não tão somente ao público intelectual como acadêmico e professores, mas também, a todos os amantes ou não, da literatura maranhense e brasileira.
“Uma das maiores preocupações do Café Literário é a difusão da arte e do apreço pela literatura, esperamos contar com a presença da população de São Luís, para despertar e abrir o desejo daqueles que ainda não conhecem o prazer que os livros podem oferecer”. disse Céres Fernandes.
FONTE: JORNAL