O Centro de Criatividade Odylo Costa, filho (CCOCF) e a Academia Maranhense de Letras, realizam mais uma edição do Café Literário que nasceu do desejo de tornar mais acessíveis os encontros para se apreciar e discutir a boa literatura. Nesta edição de maio, o evento será realizado na terça-feira (24), a partir das 18h30, na Galeria Valdelino Cécio do CCOCf que traz como convidada a historiadora Andréa Daher, Doutora em história pela École des Hautes Études em Sciences Sociales, França (1994).
Na oportunidade Andréa Daher fará o lançamento de livro “Papéis da Conquista do Maranhão, 1612/1624”, além de vincular e direcionar o debate a outra obra de sua autoria, dedicada as pesquisas no Maranhão, intitulado “Brasil Frances - Singularidades da França Equinocial”.
“As pesquisas realizadas pela Doutora Andréa são pesquisas secundárias, ela vai até as fontes primárias, nos locais dos acontecimentos que envolvem suas pesquisas, procurando acervos e documentações que levem a formulação de novos segmentos e embasamentos, e não apenas com o intuito de reescrever pensamentos já elaborados”, explicou Céres Fernandes, diretora do Centro de Criatividade.
O Café Literário, o terceiro dos oitos programados para este ano, contará ainda com a presença de representantes dos Departamentos de Letras das universidades ludovicenses. “O Café sempre se propõe a discutir literatura não tão somente com aquele ar de conferência, como vemos de costume. Mas em um ambiente de interação, proporcionado um ar descontraído e festivo, deixando o palestrante e os expectadores ministrados bem mais a vontade”, afirmou a diretora do Centro.
O Café Literário que sempre conta com a aflorada aceitabilidade do público continua na grande expectativa de expandir os escritores maranhenses e suas respectivas obras, além de atrair não tão somente ao público intelectual como acadêmico e professores, mas também, a todos os amantes ou não, da literatura maranhense e brasileira.
“Uma das maiores preocupações do Café Literário é a difusão da arte e do apreço pela literatura, esperamos contar com a presença da população de São Luís, para despertar e abrir o desejo daqueles que ainda não conhecem o prazer que os livros podem oferecer”. disse Céres Fernandes.
FONTE: JORNAL
segunda-feira, 23 de maio de 2011
sábado, 14 de maio de 2011
Mauricio de Sousa toma posse na Academia Paulista de Letras
Mauricio de Sousa, 75, foi empossado na noite desta quinta-feira (12) como membro da Academia Paulista de Letras (APL). O desenhista assume a cadeira 24, antes ocupada pelo poeta Geraldo de Camargo Vidigal, morto em agosto do ano passado.
Criador da Turma da Mônica, Mauricio de Sousa é o primeiro quadrinista ser empossado pela Academia.
A cerimônia ocorreu no auditório da sede da APL, no largo do Arouche, região central de São Paulo.
Ao final do ato solene, bonecos de personagens de Mauricio de Sousa –Mônica, Cebolinha, Cascão, Magali e Chico Bento– interagiram com o público que esteve na cerimônia.
foto marenco do folha press
Créditos: Folha
''Benedictus, alma e poesia'' vai ser lançado neste sábado
Hoje é lançado o primeiro livro da dona de casa e artesã Sheila Márcia. O título do livro é "Benedictus, alma e poesia".
A autora conta que a inspiração para escrever vem desde a infância, mas, só agora, decidiu reunir os poemas em um livro. Casada e mãe de dois filhos, Sheila Márcia, espera melhorar a vida das pessoas com a sua obra.
O lançamento do livro ocorre às 9h, na livraria das edições Paulinas, no Centro de São Luís.
A autora conta que a inspiração para escrever vem desde a infância, mas, só agora, decidiu reunir os poemas em um livro. Casada e mãe de dois filhos, Sheila Márcia, espera melhorar a vida das pessoas com a sua obra.
O lançamento do livro ocorre às 9h, na livraria das edições Paulinas, no Centro de São Luís.
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Hoje acontece o lançamento do livro que conta a história de Caxias nos séculos XIX e XX
FONTE: Noca.com.br
Professores do Curso de História do Centro de Estudos Superiores de Caxias (CESC), da Universidade Estadual do Maranhão (Uema), lançarão a obra "Percorrendo becos e travessas: feitiços e olhares das Histórias de Caxias". O lançamento ocorrerá nesta sexta-feira (29), às 19h, no Auditório do CESC.
O livro é uma coletânea de 18 artigos sobre a história de Caxias nos séculos XIX e XX, produzidos por professores efetivos do curso, ex-professores substitutos, ex-alunos da graduação e da pós-graduação. Também participaram dessa coletânea dois professores do Curso de História de São Luís, Marcelo Cheche e Henrique Borralho.
A publicação é resultado de uma parceria com a editora da Universidade Federal do Piauí (UFPI).
O livro é uma coletânea de 18 artigos sobre a história de Caxias nos séculos XIX e XX, produzidos por professores efetivos do curso, ex-professores substitutos, ex-alunos da graduação e da pós-graduação. Também participaram dessa coletânea dois professores do Curso de História de São Luís, Marcelo Cheche e Henrique Borralho.
A publicação é resultado de uma parceria com a editora da Universidade Federal do Piauí (UFPI).
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Poeta José Chagas será reverenciado no Café Literário
fonte: Imirante
Foto: Arquivo / O Estado
O poeta José Chagas será homenageado na segunda edição do Café Literário, que ocorrerá na terça-feira (26), às 18h30, no Centro de Criatividade Odylo Costa, filho (Praia Grande), órgão ligado à Secretaria de Estado de Cultura (Secma) e promotor do evento. Paraibano de nascimento, mas maranhense de coração, Chagas é cronista e escritor, com mais de 20 livros lançados.
“Será uma homenagem ao grande poeta-cantor de São Luís. Ele é primordialmente o poeta que mais canta a capital. Preparamos uma belíssima surpresa para ele, por todo seu carinho e paixão devotados à São Luís”, ressaltou a diretora do Centro de Criatividade, Ceres Fernandes.
O público apreciará a poesia de José Chagas em momento especial preparado pelo pesquisador Sebastião Duarte. Haverá participação da atriz Leda Nascimento, que vai recitar poesias alusivas à ilha do Amor.
Como nas edições anteriores, haverá exposição artística, debates e muita interação com o público. O poeta também soltará o verso e comentará a própria obra, além de abordar aspectos de suas próprias criações. “O público terá o privilégio de ouvir e conversar com Chagas”, ressaltou Ceres Fernandes.
O evento também ganhará versões em audiovisual e escrita para ser eternizado. Todos os Cafés estão sendo filmados. O material produzido estará disponível para as escolas que queiram levar a iniciativa cultural aos seus alunos. Além disso, está sendo feita a transcrição das edições para a produção de um livro em comemoração aos 400 anos de São Luís.
O poeta, batizado de José Francisco das Chagas, nasceu em Piancó (PB), em 29 de outubro de 1924. Membro da Academia Maranhense de Letras, ele mudou-se para o Maranhão há mais de 50 anos.
Jovem passou longa temporada em Pedreiras, depois veio para São Luís, cidade que adotou como sua.
A bibliografia do poeta é vasta. Entre as obras publicadas, estão “Canhões do Silêncio”, “Os Telhados”, “Azulejos do Tempo”, “Apanhados do Chão” e “Maré/Memória”.
Espaço para atividades diversas
Promotor do Café Literário, o Centro de Criatividade Odylo Costa, filho preparou uma vasta programação para este ano. O roteiro inclui Sarau, evento multicultural de performances variadas, cujo objetivo é proporcionar interação entre artistas e apreciadores.
O espaço também promoverá o Projeto Arte e Cultura nas Comunidades, que será realizado a partir do segundo semestre deste ano, a fim de levar os cursos ministrados no Centro de Criatividade aos bairros da cidade. Na lista, estão oficinas de pintura em tela, desenho, dança, teatro e azulejaria - o último é promovido em parceria da Secma com a Fundação Municipal de Patrimônio Histórico.
O Centro de Criatividade desenvolve atividades artísticas que envolvem espetáculos teatrais, exposições, oficinas, festivais de filmes nacionais e internacionais, além de contação de histórias, produções de revistas, livros e jornais. O Centro de Criatividade Odylo Costa, filho está instalado na Rampa do Comércio (Praia Grande) e abriga espaços como a Biblioteca Ferreira Gullar.
terça-feira, 19 de abril de 2011
Aprovado fundo de incentivo à leitura. O projeto é de autoria de Sarney
FONTE:Agência Senado
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Projeto que cria o Fundo Nacional Pró-Leitura (FNPL), de autoria do senador José Sarney, foi aprovado nesta terça-feira (19) pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), em decisão terminativa. Para entrar em vigor, a proposta (PLS 294/2005) precisa ainda ser aprovada pela Câmara. A aprovação ocorreu um dia depois do Dia Nacional do Livro Infantil (18 de abril).
O fundo visa captar recursos para fomentar a produção, distribuição e comercialização de livros, incluindo a exportação, como prevê a Política Nacional do Livro (Lei 10.753/03). Terá recursos do Tesouro Nacional, de doações, legados, subvenções e auxílios, entre outras fontes, e não terá prazo determinado de duração.
Entre os objetivos do FNPL, está a atualização do acervo de bibliotecas públicas e a inclusão de livros em sistema Braille, além da capacitação de pessoas que trabalham nos setores gráfico, editorial e livreiro.
Os financiamentos com recursos do FNPL serão feitos a fundo perdido ou por empréstimos reembolsáveis para a produção e distribuição de publicações. A execução de projetos buscará estimular a regionalização da produção literária, técnica e científica. Os recursos do fundo poderão financiar até 80% do custo total de cada projeto de edição ou distribuição de obras literárias, conforme previsto no projeto.
O relator na CAE, senador Inácio Arruda (PCdoB-CE), acolheu cinco emendas feitas ao texto pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), que tratam de aspectos relativos à gestão do FNPL. No debate da matéria, o relator elogiou a proposta e ressaltou a necessidade de aumentar o acesso dos brasileiros aos livros.
- Nosso povo ainda lê pouco. Vê muita televisão, ouve muito rádio, mas lê pouco. O esforço do presidente José Sarney é no sentido de ampliar o espaço da leitura no nosso país - frisou o Inácio Arruda.
O fundo visa captar recursos para fomentar a produção, distribuição e comercialização de livros, incluindo a exportação, como prevê a Política Nacional do Livro (Lei 10.753/03). Terá recursos do Tesouro Nacional, de doações, legados, subvenções e auxílios, entre outras fontes, e não terá prazo determinado de duração.
Entre os objetivos do FNPL, está a atualização do acervo de bibliotecas públicas e a inclusão de livros em sistema Braille, além da capacitação de pessoas que trabalham nos setores gráfico, editorial e livreiro.
Os financiamentos com recursos do FNPL serão feitos a fundo perdido ou por empréstimos reembolsáveis para a produção e distribuição de publicações. A execução de projetos buscará estimular a regionalização da produção literária, técnica e científica. Os recursos do fundo poderão financiar até 80% do custo total de cada projeto de edição ou distribuição de obras literárias, conforme previsto no projeto.
O relator na CAE, senador Inácio Arruda (PCdoB-CE), acolheu cinco emendas feitas ao texto pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), que tratam de aspectos relativos à gestão do FNPL. No debate da matéria, o relator elogiou a proposta e ressaltou a necessidade de aumentar o acesso dos brasileiros aos livros.
- Nosso povo ainda lê pouco. Vê muita televisão, ouve muito rádio, mas lê pouco. O esforço do presidente José Sarney é no sentido de ampliar o espaço da leitura no nosso país - frisou o Inácio Arruda.
Aniversário de Monteiro Lobato – dia do livro infantil
QUANDO TUDO ACONTECEU…
O maior escritor infantil brasileiro de todos os tempos, José Bento Monteiro Lobato, nasceu em 18 de abril de1882, em Taubaté (SP). Cresceu numa fazenda, se formou em direito sem nenhum entusiasmo, já que sempre quis ser pintor! Desenhava bem! Quando estudante, participou do grupo “O Cenáculo” e entre risadas e leituras insaciáveis, escreveu crônicas e artigos irreverentes. – Em 1907 foi para Areias como promotor público, casou com Maria Pureza com quem teve três filhos. Entediado com a vida numa cidade pequena, escreveu prefácios, fez traduções, mudou para a fazenda Buquira, tentou modernizar a lavoura arcaica, criou o polêmico “Jeca Tatu”, fez uma imensa e acalentada pesquisa sobre o SACI publicada no Jornal O Estado de São Paulo. – Em 1918 lançou, com sucesso, seu primeiro livro de contos URUPÊS. Fundou a Editora Monteiro Lobato & Cia, melhorando a qualidade gráfica vigente, lançando autores inéditos e chegando à falência. – Em 1920 lançou A MENINA DO NARIZ ARREBITADO, com desenhos e capa de Voltolino, conseguindo sua adoção em escolas e uma edição recorde de 50.000 exemplares. – Fundou a Cia Editora Nacional no Rio de Janeiro. Convidado pra ser adido comercial em New York ficou lá por 4 anos (de 1927 a1931) fascinado por Henry Ford, pela metalurgia e petróleo. Perdeu todo seu dinheiro no crash da bolsa. – Voltou para o Brasil, se jogou na Campanha do Petróleo, fazendo conferências, enviando cartas, conscientizando o país inteiro da importância do óleo. Percebeu, então, o quanto era conhecido e popular. Foi preso! Alternou entusiasmo e depressão com o Brasil. – Participou da Editora Brasiliense, morou em Buenos Aires, foi simpatizante comunista, escreveu para crianças ininterruptamente e com sucesso estrondoso, traduziu muito e teve suas obras traduzidas. – Morreu em 4 de julho de 1948 dum acidente vascular. – Suas obras completas são constituídas por 17 volumes dirigidos às crianças e 17 para adultos englobando contos, ensaios, artigos e correspondência.
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